sábado, 23 de setembro de 2017

CLUBE DE BILDERBEG


É uma reunião anual privada estabelecida em 1954 para cerca de 150 especialistas em indústria, finanças, educação e meios de comunicação que fazem parte da elite política e econômica do mundo, a primeira conferência foi realizada no Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, Países Baixos, de 29 a 31 maio de 1954.
É a principal organização secreta que governa o destino do mundo, este grupo informal tem a reputação de ser um clube seleto e secreto, encarregado de selecionar os mais influentes líderes mundiais.
Não se enganem, estes dignatários bilionários e seletos, decidem tudo o que há de acontecer no mundo, são eles quem ditam as regras no planeta. É a alta cúpula da Maçonaria Illuminati decidindo os ditames do mundo. 
Depois da Segunda Guerra Mundial a aristocracia se uniu para juntas liderar o mundo, colocando a tal Nova Ordem Mundial em ação contínua e sempre atuante no mundo. 
Somente a alta casta social, os membros mais nobres, ricos e influentes são convidados, sempre grandes empresários, banqueiros, investidores, governantes, etc. 

Acima O Príncipe da Holanda preside a primeira
 Conferência Bilderberg em Oosterbeek na Holanda em 1954




Hotel Bilderberg, em Oostenbeek, Holanda, 
Local da primeira reunião do grupo em 1954 e que deu o nome ao Grupo

O luxuoso Hotel Kempinski, em Saint Moritz,
 Onde se realizou, entre 9 a 12 de junho de 2011, na Suíça, a Reunião do CLUBE BILDERBERG.




SHEKINAH


A palavra Shekhinah só aparece na Cabala hebraica o vocábulo "shechiná" não aparece na Bíblia Judaica nem no Novo Testamento, De acordo com a concepção cabalística e do ramo hassidísmo do judaísmo, a Shechiná é uma energia cósmica poderosíssima em si mesma, que habita no "interior" do Universo e vivifíca-o, sendo a sua "alma" ou "espírito".
Um tipo de deus (a) adorado na maçonaria e também adorado nas igrejas pentecostais, mesmo não tendo menção bíblica nenhuma para tal ensino, esse tipo de doutrina valeu-se por força marcial da alta hierarquia evangélica para fazer parte da liturgia e da hinódia (hinos) Evangélicos.
É comum no meio Pentecostal as pessoas quererem o Shekináh.
O vocábulo Shekináh não aparece na Bíblia, ela foi introduzida em tempos posteriores por rabinos (a página 1183 da bíblia pentecostal reconhece isso).

A doutrina Evangélica, diz que o Shekináh é unção, a glória do Pai ou do Espírito Santo, presença de Deus no meio do seu povo, mas Jesus nunca usou esse termo, na realidade, Shekináh é uma deusa (diabo) muito antiga da mitologia hebraica e religião sumeriana a qual define como um demônio chamado Lilith, que em hebraico significa Criatura da Noite, Rainha do Céu, Deusa Mãe, Rainha da Noite, Semíramis, Astarote, Ishtar, Diana, Cibele, Nossa Senhora, Rainha dos Dragões
Falsas doutrinas dizem que "shekinah" é unção, glória do Pai ou do Espírito Santo, mas o Messias nunca usou esse termo.
Esse nome aparece em várias placas frente à lojas da Maçonaria, e segundo a Cabala, “Shekinah” Lilith é a deusa inspiradora dos desejos sexuais masculinos através de sonhos eróticos.


Lilith
A lenda hebraica conta que Lilith teria sido criada antes de eva e não teria sido, como ela, que formada a partir de uma costela de Adão, mas, sim, que teria sido criada a partir do pó da terra, a semelhança de Adão e juntamente ele. Contudo, diz a lenda, que a cônjuge tinha lá os seus caprichos e, por isso, somente queria ter relações sexuais com Adão se ficasse por cima dele, ou seja, montada sobre ele.
Como Adão não aceitava este tipo de postura e Lilith, com rebeldia, também não se dispusesse a atendê-lo em seus ditames, deus, como castigo por sua desobediência, teria, segundo a lenda, expulsado Lilith do jardim do Édem aprisionando-a no mar vermelho. Conforme ensina a mitologia hebraica Lilith teria conhecido, nesta região, um poderoso ser demoníaco chamado Satanael (que é o próprio satanás, seu nome na linguagem sumeriana é Satharam). 
Lilith teria mantido um relacionamento sexual tão intenso e frequente com este querubim maligno que, conforme o mito, chegou a gerar até cem demônios por dia. Devido a ter um poder sexual e reprodutivo tão grande, a demoníaca Lilith passou a ser considerada como a grande mãe de todos os demônios. A partir deste ponto esta lenda hebraica deixa transparecer totalmente seu caráter mitológico, pois é evidente que, até mesmo os anjos que se rebelaram contra deus e se transformaram, por isso, em demônios, nada mais são do que seres espirituais criados por deus e não frutos provenientes de relações sexuais entre espíritos malignos.
A aparência de Lilith, retratada através de suas imagens com a aparência de uma bela mulher, que se apresentava totalmente nua,mas que tinha pés e asas de coruja. O aspecto das imagens de Lilith eram completamente idênticos ao da grande deusa sumeriana do amor e da guerra, conhecida como inana. Como a coruja é uma ave noturna, tanto Lilith como inana receberam o título de “rainha da noite”, mas o significado da palavra sumeriana inana é rainha do céu.
Por outro lado, o fato da contrapartida obscura da Rainha do Céu é também identificada com uma ave noturna, isto é, a coruja, e de ser apresentada, sempre ao lado de duas corujas, em suas imagens, este lado negro da “deusa”inana passou a ser conhecido como a criatura da noite que, em hebraico significa Lilith, palavra Lilith, que veio a se tornar o nome mais popular desse demônio “feminino”.
 Por isso tanto os sumerianos como os hebreus chamavam à porção obscura de inana, de Lilith; enquanto que a contrapartida “luminosa”, de inana era conhecida na mitologia hebraica como Shekinah que, por isso, também detinha o título de “rainha do céu” conforme assegura o texto anteriormente citado, de autoria do rabino Gottlieb.

Em função disso, a deusa Shekináh, por ser a porção luminosa, de inana, era, como ela uma “rainha do céu, contudo uma rainha do céu diurna e não noturna, assim como ocorria com a deusa egipcia hathor,que se identifica perfeitamente com a shekinàh, pois sendo, também ela, a contrapartida luminosa e diurna” da deusa rainha do céu egípcia a deusa Isis, seu nome, Hathor significar casa do deus-sol Hórus, o significado literal da palavra hebraica shekinah é habitação, o que lhe conferiu, ao nome da deusa shekináh, a casa do deus, o que assumiu uma conotação de um lugar da presença do deus ou templo. 
Ela é portanto, além de tudo isso, a “deusa-templo”.
 Como sua contrapartida luminosa e reluzente o que nos faz supor que a confusão, deliberadamente estabelecida pelos rabinos ,entre a genuína gloria de deus, e a deusa que é chamada, tanto de shekináh, como de “rainha do céu”, tenha encontrado seu ponto de apoio nesta característica dúbia da “deusa” sumeriana inana, que traz a “igualdade de contrários” no dualismo existente em suas duas facetas opostas, mas com suas importantes semelhanças. Semelhantes. O âmago desta questão, entretanto, vai muito além da confusão programada entre a glória e a “deusa”: o ponto central desta heresia, cada vez mais popular entre os evangélicos, é que, mesmo a verdadeira glória de deus não passa de uma criatura de deus, e não poderia ser adorada, louvada ou invocada de forma alguma. Mas ao invocar a shekináh, na oração ou no louvor, o povo das igrejas esta convidadando um dos quatro príncipes do inferno (cujo verdadeiro nome é “astarote”), para entrar no recinto ou no templo para receber, para si mesma , os louvores que estariam sendo intencionalmente direcionados a deus, porém de forma completamente errônea. É importante lembrar que quando os pagãos sacrificam aos ídolos, na verdade sacrificam aos demônios; assim também, quando o povo das igrejas procuram cultuar o deus vivo e verdadeiro, invocando-o através da palavra shekináh (que, em hebraico significa “habitação” do “deus”) na verdade estão transformando seus templos e igrejas em ídolos feitos de tijolos, além de estarem invocando a demônios, como fazem os pagão quando prestam culto aos ídolos. Como o edifício, a igreja ou o tempo em que se encontram é de fato uma “habitação”, mesmo que esta “habitação” seja invocada no idioma hebraico, o povo passa a dirigir-se em oração a um ídolo cujo nome, em nosso idioma, é “casa do deus” e, cujo nome, em hebraico, é shekináh.
Até mesmo a “biblia de estudo pentecostal” reconhece, em seus estudos doutrinários complementares, que a palavra shekináh nunca foi usada nos originais em hebraico, por qualquer um dos escritores bíblicos, para expressar o significado das palavras “gloria de deus”!!! Este estudo doutrinário da biblia pentecostal reconhece, ainda, que o vocábulo shekináh foi uma palavra introduzida pelos rabinos muito depois das escrituras terem sido concluídas. Além da sua conexão com a deusa lilith-inana, é preciso esclarecer que a palavra shekináh foi tardiamente criada pelo rabinismo, no âmbito do judaísmo talmúdico cabalístico a partir do vocábulo hebraico que corresponde ao termo “habitação”. Esta palavra, por sua vez, devido à sua semelhança com nomes de deusas sumerianas, egípcias e fenícias, bem como, através da influencia religiosa do farisaísmo rabínico, através da “tradição dos anciãos”, mencionada nos evangelhos, ou seja, a transmissão oral de conhecimentos, o termo shekináh foi sendo lenta e progressivamente empregado em associação com os verdadeiros atributos divinos do deus de israel, o verdadeiro deus do antigo testamento.

Quando a tradição dos anciões com suas milhares de regras, legalismos e magias foram registradas por escrito, essas passaram a ser conhecidas pelo nome de Mishná, e mais tarde, vieram a se tornar conhecidas como cabala)

Na realidade, shekinah é uma deusa muito antiga da mitologia hebraica e religião sumeriana a qual define como um demônio chamado Lilith, que em hebraico significa Criatura da Noite.
A lenda hebraica conta que Lilith Shekinah foi criada antes de Eva, porém Adão não a quis e por ela ser mandona foi expulsa do Édem e foi morar no Mar Vermelho, onde conheceu um poderoso demônio chamado Satanael e com ele teve muitos filhos, e assim passou a se chamar 

Kabala
Na Cabala, Malkuth, a Shekinah, é o elemento feminino da Divindade, que recebia todos os poderes das demais Sephiroth, para transmiti-los ou dá-los ao mundo. É sumamente importante saber que o simbolismo cabalístico da Shekinah, principalmente delineado no Zohar, resgatou várias facetas perdidas das antigas divindades femininas, que podem ser agrupadas nos aspectos da castidade e promiscuidade, maternidade e sanguinolência. Assim eram as antigas deusas do Oriente Médio, deusas que regiam tanto o amor quanto a guerra. A mais antiga delas era Inanna, a grande deusa suméria, patrona de Uruk (cidade chamada na Bíblia de Erech). Ela era considerada uma virgem (a pura Inanna), mas, paradoxalmente, era também a deusa responsável pelo amor sexual, pela procriação e pela fertilidade. Ela se entregou livremente ao rei Dumuzi (Tammuz), o primeiro rei mitológico da Suméria, e foi amante de todos os demais reis. Mas ela era também a senhora da batalha e do conflito que "tinha grande fúria em seu irado coração". Estas mesmas características estavam presentes nas divindades femininas de outros povos, como a Ishtar da Akkadia, a Anath dos cananeus e a Anahita dos persas. Estas facetas da Deusa que moldaram o pensamento religioso do Oriente próximo durante milênios foram suprimidas pelo monoteísmo judaico-cristão com o seu deus descaradamente machista. Entretanto, elas ressurgem espantosamente na Shekinah dos cabalistas. 

Já foi visto que através de pregadore e cantores gospel que Shekinah significa “a glória de Deus, presença de Deus” só que no vocábulo hebraico   “glória” no hebraico é Kavod. 

Islamismo
A palavra سكينة (Sakinah) é mencionada seis vezes no Alcorão. Ela representa garantia de paz, calma e tranquilidade. O capítulo 2, versículo 248 diz: "E seu mensageiro disse-lhes: Em verdade! O sinal do seu reino é que não virá a vós At-Tabut (a arca perdida), onde é Sakinah do vosso Senhor e um remanescente do que Moisés e Arão deixaram para trás, levado pelos anjos. Em verdade, nisto há um sinal para vós, se sois crentes." É muitas vezes descrita como "sensação reconfortante de estar na presença (ou sob a proteção) de Deus.












sexta-feira, 22 de setembro de 2017

CULTO PENTECOSTAL




O movimento pentecostal cresce muito atualmente, mais este crescimento não nos impede de questioná-lo, afinal, nós somos vítimas do pragmatismo carismático que pensa que, se algo deu certo, só pode ser bom e verdadeiro. A nossa base de julgamento é à Palavra, nossa regra de fé e prática.

Culto Pentecostal
Temos entendido que o propósito exclusivo de um culto é a adoração a Deus e a edificação da alma adoradora. Contudo, não se pode dizer que à igreja pentecostal tem seguido este propósito, isto porque a ênfase destes cultos, geralmente, não é à glória de Deus. Na igreja pentecostal o conceito de culto é ambíguo, pois, ao invés de cultuar, faz se campanhas de curas, revelação, culto de pentecostes, cultos das portas abertas, culto de prosperidade, etc. E desta forma, se Deus comparecer nestes cultos, terá que ser para servir à agenda semanal destas igrejas e não para ser adorado. A liturgia deles é cheia de glória a Deus, mas é tão desvirtuada de um padrão bíblico que a ênfase recai sobre fenômenos pouco comprovados como curas, milagres e testemunhos muito enfadonhos que resultam mais em projeção pessoal do que em exaltação ao Senhor.
E as pregações, quando não são puras aberrações, são cheias de confissões positivas.
Não existe, portanto, na maioria destas igrejas, uma exposição das Escrituras sequer razoável, capaz de tirar o leigo da ignorância teológica total. Por este fato, quase sempre a palavra do líder passa a ter um valor relativo ao da Palavra de Deus e, o que ele determina, passa a ser seguido como regra de fé e prática.
E esta valorização da "tradição oral" não difere muito da atitude de uma igreja que se chama primitiva, cujo chefe supremo é considerado infalível no que fala e somente agora, por pressão evangélica, é tolerante com a leitura bíblica.
Outro problema é o que o culto pentecostal, não tem espaço para a adoração e se corrompe mais ainda com a demasiada cobrança de oferta dos fiéis com os votos e venda de objetos santos, isto tem dado a estes cultos um caráter totalmente mercantilista e explorador. Não somos contrários a se pedir ofertas, diga- se de passagem, mas não concordamos com a falta de bom senso e critério bíblico na administração destas coisas no culto a Deus.


Proselitismo Pentecostal
A evangelização do movimento pentecostal apresenta um problema seríssimo que é o proselitismo, uma característica inconfundível de uma seita. Muitos deles são do tipo que pescam no aquário dos outros por alimentarem a crença de que são os detentores da verdade, enquanto os demais estão enganados. A igreja verdadeira não faz prosélitos, faz convertidos que são discípulos. A busca do crescimento numérico por meio do proselitismo é no mínimo insensata, pois podemos até persuadir alguém a ser um religioso, mas só Deus pode transforma-lo em nova criatura.

Dependência da Mídia
Outro problema relacionado ao movimento pentecostal é a exagerada dependência da mídia. O uso da mídia é, sem dúvida, muito importante para a igreja, mas a dependência da mesma significa a insubordinação ao Espírito. Antigamente a igreja crescia sob a influência do Espírito Santo e trabalho de evangelização pessoal, hoje a estratégia de algumas igrejas tem sido a de colocar um anúncio apelativo no rádio ou televisão, convidando as pessoas e prometendo-lhes a solução total de seus problemas. E perguntamos qual igreja que promete cura, paz, prosperidade e solução de conflitos familiares, que não vai crescer?
Contudo, praticando isto a igreja deixa de ser igreja do IDE e passa a ser igreja do VINDE, a evangelização passa a ser estratégia de marketing e os que se convertem para a igreja, passam a serem clientes e não ovelhas.
Ademais, o evangelismo pentecostal carece de um conteúdo teológico que é essencial para a elucidação de verdades elementares da fé cristã. Suas estratégias são pregar promessas de uma realidade virtual e não pregar um evangelho genuíno, o evangelho transformador de Jesus.


O Ofício Ministerial
Enquanto nas igrejas sérias os candidatos ao ministério pastoral passam por uma preparação e zelosa avaliação quanto ao caráter e chamado, no movimento pentecostal, qualquer um pode ser "pastor". Os critérios não se baseiam em ter o chamado e ser irrepreensível, ser honesto de boa reputação, que tenha bom testemunho, que seja hospitaleiro, que seja não cobiçoso e nem ganancioso, que odeia a avareza e sim que seja anargiro, que domine bem a palavra de Deus, que esteja cheio do Espírito Santo e de sabedoria e que esteja apto a ensinar.
Segundo a doutrina errática e volúvel pentecostal o critério para ser sacerdote é: falar línguas estranhas, ter dom de revelação e ou profecia, ter dom de cura, dom de visão, dom de arrebatamento, etc. Por esta razão, muitos líderes pentecostais são tão desvirtuados dos caracteres de um verdadeiro homem chamado ao ministério que poucos são aqueles que têm alguma preparação teológica. Segundo Paulo, às características de um homem apto para o ministério devem estar relacionadas ao seu caráter irrepreensível, com sua capacidade de ensinar, com sua boa administração do lar, com sua competência nos relacionamentos, com sua boa conduta para com o mundo, etc. 1 Tm 3 e Tito 1: 6 a 9.
Além do mais cada pastor pentecostal é livre pensador, ou seja, pode pregar o que acredita, sem a supervisão de alguém o que favorece ao surgimento de tendenciosidades heréticas e inovações doutrinárias esquisitas no meio deles. E quando são questionados por alguma autoridade, se revoltam e abrem suas próprias igrejas dirigindo-as como bem lhes parece.


As Escrituras
Os pentecostais afirmam que à Bíblia, é à Palavra de Deus e, com isto, nós concordamos. Mas para eles, a palavra dos "profetas ou vasos", também é a Palavra de Deus. E, por isto, baseiam suas vidas e suas doutrinas também em visões, profecias e revelações e em experiências místicas. Eles creem mais nas revelações e visões do que na Bíblia.
A Bíblia é a revelação perfeita e final de Deus para o homem; visões e profecias foram acessórios usados neste processo de formação da Sagrada Escritura. Hoje, porém temos a fé de que a Palavra de Deus é viva, eficaz e suficiente Hebreus 4:12 sendo esta a nossa única regra de fé e prática. E uma vez que o cânon do Novo Testamento foi concluído, devemos nos apoiar apenas na Palavra e em nada mais.
Não ignoramos os dons do Espírito Santo mas é preciso que entendamos mais profundamente a Palavra. Em Jo 16.13 o Senhor Jesus diz que o Espírito nos guiaria em toda a verdade e não que nos revelaria "novas verdades".



Vida Espiritual
Devido à ênfase na liturgia envolvente, curas, revelações e exorcismos os pentecostais são na sua maioria superficiais na fé e no conhecimento das Escrituras. Este superficialismo os faz presa fácil de perniciosas heresias e de lobos vestidos de cordeiro. Por isto também que as comunidades pentecostais são tão suscetíveis ao sentimentalismo, empirismo, misticismo, materialismo e muitas outras tendências tão nocivas à fé cristã e o pior, sem saberem, pois não leem as Escrituras como deveriam. E o resultado desta superficialidade é a imaturidade manifesta numa vida carnal não experimentada no fruto do Espírito Santo. Não estamos dizendo que todos os pentecostais são leigos, porque não são. Contudo, a hermenêutica deles é profundamente comprometida e errática, com novas revelações o que os faz suscetíveis à tendenciosidade.

A Salvação
O pensamento deles sobre salvação não se limita a considerá-la apenas obra do Espírito, mas a ensinam como produto da cooperação humana é tão inflacionável como nossa economia: hoje tenho amanhã posso ter perdido.
Contudo, a Bíblia ensina com muita segurança que a salvação é pela graça e não por méritos previstos ou praticados pelo homem, 2 Tm 1.9, e que a salvação é eterna, Hb 5.9. O conceito arminiano tem larga expressão e até sofre uma radicalização dentro do pentecostalismo. E como consequência, alguns se revestem de um humanismo tão grande, à semelhança de Erasmo de Roterdam, que chegam a pregar que Deus depende carentemente da vontade humana para realizar seus desígnios e, que se o homem não quiser (a falta de fé do fel), Deus não pode fazer nada senão esperar até o dia que tal pessoa resolver dar uma chance para Ele.

Misticismo
Misticismo é o conjunto de normas e práticas que tem por objetivo alcançar uma comunhão direta com Deus. O problema é que quase sempre, os místicos são induzidos a prescindir da Bíblia e se basear apenas em suas experiências e emoções, é o famoso sentir de Deus. Este é um dos grandes problemas dos pentecostais, pois eles colocam suas experiências e emoções acima da Bíblia e dão a ela uma interpretação particular fora dos recursos hermenêuticos. O Misticismo Pentecostalista é a mistura de figuras, objetos e símbolos para representarem coisas espirituais. Eles tomam figuras do Antigo e Novo Testamento e as espiritualizam, transformando-as em proteções semelhantes às usadas pelas magias pagãs. E deste ato aparecem crentes com fitinhas no braço, com medalhas de símbolos bíblicos, ungindo portas e janelas com azeite, colocando sal ao redor da casa para impedir a entrada de maus espíritos; outros bebem copos de água abençoada, usam óleos consagrados em Jerusalém, ou óleos consagrados por algum pastor ou profeta, guardam gravetos que misteriosamente aparecem brilhando nos montes, ungem roupas para libertar as pessoas, toalhas ungidas, consultas de versículos bíblicos aleatórios, consultas de profetas ou vasos, etc. Estas coisas se estabelecem como pontos de contato e não passam de artifícios que roubam o lugar da fé e da eficácia da obra de Cristo. Este tipo de prática tinha que ser rejeitado visto ser uma doutrina pagã que vem a estabelecer por meio de objetos, um ponto de contato entre Deus e o homem. O ponto de contato dos verdadeiros cristãos é a fé em Jesus e a leitura no seu evangelho, pois Ele é o único mediador entre Deus e o homem. As magias pagãs estabelecem como pontos de contatos em objetos tais como amuletos, talismãs, patuás, cristais, pedras e coisas para proteção. Estes ensinos anulam a obra de Cristo criando um novo meio de justificação ou arranjando um amuleto de fé para às pessoas se apoiarem. O problema é que tais pessoas acabam baseando sua fé em objetos. A questão não é se Jesus ou apóstolos usou alguma vez algum objeto em suas ministrações, mas no que isto pode implicar.
Basicamente, a cosmologia brasileira é sincretizado pelo cristianismo europeu, pelo animismo dos índios e pelo fetichismo dos africanos. O animismo prega que existe uma alma ou poder, a permear cada objeto. O fetichismo manifesta-se na veneração ou uso religioso de um objeto que representa uma pessoa, coisa, divindade ou ritual. Estas práticas pagãs possuem uma relação muito intima com os pontos de contato do mundo oculto satânico.
Entretanto, a igreja não tem que imitar o mundo, o mundo tem que imitar a igreja.

Prática Legalista  e Liberal
Ou eles são legalistas ou liberais, poucos deles são equilibrados. Os legalistas enfatizam, sobretudo, a observância dos usos e costumes como um processo de santificação e preparação para a salvação, desenvolve o evangelho ascético que opta pela mortificação da carne, isolamento social e confinamento espiritual como um tipo de disciplina pessoal. É como se existisse hoje o Partido dos Fariseus, onde uma vida de sacrifícios e proibições é sua base de santificação.
Os liberais já não se importam com mudança de vida, preocupam-se apenas com prosperidade, saúde e felicidade neste mundo. Estes últimos vivem uma espécie de evangelho hedonista que enfatiza apenas o prazer como o fim último da vida é a famosa teologia da prosperidade.
Só um entendimento correto da doutrina da graça de Deus, poderia conduzir estas pessoas a uma coerência bíblica e, consequentemente, a uma prática religiosa sadia.

A LETRA NÃO MATA




Interpretando erroneamente 2 Co 3:6 o meio pentecostal induz o crente a não ler à Bíblia, motivando-o a ser ignorante e fazendo-o a obedecer às leis da sua congregação ao invés de guardar às leis de Cristo.

É de suma importância que o crente não se instrua e não aprenda, pois desde o inicio de sua conversão lhe é dito que teologia é coisa do homem e que ler muito a bíblia pode deixá-lo louco. A ele é ensinado os costumes e tradição de sua igreja e isto será sua lei de agora em diante. Levando em conta que moramos em um país onde o nível educacional é de ruim a deplorável, a nossa esperança estaria nas igrejas, mas estas são as principais fabricantes de maus cidadãos, o que vemos são pessoas sem o mínimo de educação e cultura, cheias de tabus e preconceitos, aprendem sem chegar ao conhecimento da verdade 2Tm 3:7, tem até zelo de Deus, mas sem entendimento Rm 10:2 o que lhes é ensinado é que tudo é pecado e que tudo é do diabo, com isso temos uma demonização mental onde tudo é errado e não vemos a esperança de perdão e sim a punição para qualquer coisa que seja contrário às doutrinas.

Também não vemos os crentes se esforçarem, pois os mesmos não movem um milímetro de vontade para romper a barreira da ignorância, como brasileiros, esses reclamam da situação na qual se encontram, mas não se mexem para fazer a diferença, e daí, fica o conformismo evangélico perdurando por anos a fio, dado a isso, temos a fórmula certa da ignorância evangélica pentecostal, nos restando uma igreja fraca e sem conhecimento. Todos concordam com a teoria de que, a falta de conhecimento para o povo de Deus é grave Is 5:13 Os 4:6 mas na prática não há incentivo para o crente crescer no conhecimento das escrituras e infelizmente, sem conhecer as escrituras não é possível conhecer o poder de Deus Mt 22:29 Mc 12:24 o estudo e o conhecimento das escrituras nos levam a conhecer o Cristo Jo 5:39 e nós crescemos na graça e no poder de Deus através do estudo de sua palavra 2Pe 3:18.

Infelizmente por não ler o cristão não pode meditar na lei do Senhor Deus e com isso este ficará a mercê dos usos e costumes e das tradições seculares das igrejas pentecostais e mal sabe este que se instruindo e meditando na palavra de Deus ele será bem sucedido Js 1:8 Sl 1 e não precisará ficar se sacrificando com cultos de portas abertas, campanhas de prosperidade, votos ou coisas do tipo, pois ele já é abençoado Ef 1:3 e com o conhecimento das escrituras ele saberá obedecer à lei de Deus e ele prosperará Dt 28:1,14 e o que o cristão tem que se preocupar é com o reino de Deus e sua justiça e as demais coisas lhes serão acrescentadas Mt 6:25,34 pois está escrito que o apego ao dinheiro nos leva a tentações terríveis 1Tm 6:9 e o conhecimento da palavra de Deus nos dá entendimento para sermos prósperos tendo o que temos 1Tm 6:7.8 Jó 1:21 Sl 27:24 Hb 13:5 Fl 4:11,13.

Ao contrário do que a maioria pensa, não é ruim se instruir e aprender os mandamentos de Cristo, eles não são penosos 1Jo 5:3 não é ruim ser sábio, porque o cristão que é de Deus prova sua boa e útil sabedoria com sua boa atitude, com seu bom comportamento e ótima conduta, uma pessoa sábia terá ações de pessoa sábia e ela será humilde, amorosa, protetora, amável, verdadeira, corajosa, honrada, amiga, companheira, leal, divertida e sempre buscará a perfeição a cada dia Pv 4:18 Ef 4 13 isto prova que esta sabedoria é de Cristo e vem do alto Tg 3:13 e 17 o que for contrário a isto, não é sabedoria de Deus e sim humana e diabólica Tg 3:14 e ventos doutrinas ensinadas por homens Ef 4:14 .

Mas fica difícil resolver essa questão, pois os pastores não querem ensinar, e os crentes não querem aprender.


A FALSA DOUTRINA EVANGÉLICA E SUA SEGREGAÇÃO RELIGIOSA




Como todas as religiões, às Igrejas Evangélicas têm seus dogmas e doutrinas, não há problema nisso, desde que não usem à Bíblia para fazer essas doutrinas. Daí o erro, pois o que não é da verdade, logicamente é da mentira, e quanto a isso não há meio termo.
Os erros começam com o culto ao demônio nas igrejas, cultos sensacionalistas, com pregações sobre o mal, e dando ênfase ao poder das trevas e pregando um Deus que pune, que é vingativo, causando um medo espiritual. Também tem as cessões de exorcismo, onde os pastores dialogam com os demônios, dando a ênfase da manifestação do diabo nos cultos.

Há o que é chamado de Simbolismo Evangélico, onde vemos tudo o que é santo, Vassoura Santa, Toalha Santa, Colher Santa, A Rosa, Pão, Copo com Água, Sabonete, Sal do Mar Morto, etc. esses objetos hora são vendidos, hora são distribuídos, mas sempre fazendo o crente ter esses objetos. Isso sem contar com os cultos pentecostais, onde se falam línguas estranhas, há revelações, `com cessões de pula-pula, cai cai, gritos exorbitantes, transes espirituais (que dizem entrar em mistério), há também a adoração do monte, e é pregado muito à doutrina do pecado, conceito religioso da maldição, ou seja, tudo que você faz é pecado, proibido e o pecado tem que ser castigado, onde não há misericórdia ou diálogo e entendimento, e sim a punição.
Sem falar no culto ao fogo, onde têm os corinhos de fogo, o movimento conhecido como sapatiado de fogo, os irmãos que são canelas de fogo, e os cultos que são fogo puro. Temos a adoração de anjo ou varão de branco, geralmente este está com a bandeja na mão, está passando no meio da igreja, e coisa parecida. Eles nem sabem que segundo as escrituras, Deus está no céu, e o seu Espírito está entre nós.
Os irmãos vão à igreja buscar a Deus, isso é uma heresia pura, pois Jesus disse que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos, fora que o próprio Espírito Santo que é Deus, está conosco sempre, e lembrando que nós somos à Igreja, nós somos o Templo de Deus. E Romanos 3:11 diz que não há ninguém que busque a Deus.
Cultos com duas horas de duração, sendo que com no máximo trinta minutos apenas para a Palavra, sem falar que são palavras vazias, frívolas e previsíveis.
Os ensinamentos não são à luz da bíblia e sim segundo a doutrina de cada igreja, ensinando usos e costumes para manter sua tradição religiosa fazendo com isso, que haja várias denominações com visões diferentes, e não unitária.
Eles confundem os textos que falam do poder de Deus e entendem que devem com isso, gritar, urrar, entrar em transes rodando e pulando, e não consegue compreender que poder de Deus é falar da volta de Cristo com eloquência e entendimento, poder de Deus é fazer o bem para seu inimigo, ser honrado, e usar os dons do Espírito Santo com sabedoria, para a edificação do Evangelho de Cristo.

Segregação Evangélica
O Movimento Evangélico é uma religião que prega a segregação religiosa, como as demais religiões são sectários e separatistas, pois apenas eles são possuidores da sã doutrina e orgulham-se de ser a única Igreja certa, pregam o preconceito religioso e apenas eles são os detentores da verdade cristã.
Qualquer ideia contrária ao que eles professam, é do diabo e este irá para o inferno é uma religião totalmente farisaica, pois assim como os antigos Fariseus, os Pentecostais têm como a obediência ao rigor austero de sua lei como o caminho para o que eles chamam de santificação e salvação, ou seja obedecendo suas leis extremamente severa e ultra ortodoxa, o fiel é santo e sendo este santo, logo é salvo.
Agora aos que não observam essas leis marciais extremistas e rígidas são infiéis, ímpios e se são cristãos não pentecostais são crentes portas largas, crentes frios e sem unção, e são tratados como párias de sua comunidade, isto se dá porque é uma religião exclusivista e sectária porque para eles o que importa é agradar as leis da aparência coisa que é um comportamento típico de qualquer religião que prega o Segregacionismo Clerical, como o Islamismo por exemplo.
Por não conhecerem as escrituras e por ser uma religião que professa que tudo é pecado, estes sem saber cometem o dois pecados e graves, o primeiro é o de Parvoíce Efésios 5: 4, ou Estultícia que está relatado nos livros de Provérbios e Eclesiastes que nada mais é do que o pecado de ser boçal, inculto, indouto, insipiente, deseducado, obtuso, parvo, estulto, tolo, néscio, sem instrução, incapaz, bruto, sem sabedoria, ignorante, sem educação, que é mentalmente rústico, intelectualmente tosco, primitivo e teimoso. Segundo é que não conhecem o poder de Deus Mateus 22: 29. Pensam estes que poder de Deus é pular, revelar, rodar, falar línguas estranhas, etc. Porque eles dizem que aprendem, mas nunca chegam ao conhecimento da verdade 2 Timóteo 3:7. E também dizem ter zelo de Deus, mas sem entendimento, Romanos 10: 2.
Pois quem domina as escrituras, discerne tudo e não é discernido por ninguém, pois terá a mente de Cristo 1 Coríntios 2:14-16.
O único fator que os difere da antiga religião dos Fariseus é que estes estudavam a fundo à Tora, já seus atuais percussores nem de longe ousam em se instruir na teologia sistemática das escrituras. Já faz parte de sua cultura não serem exímios exegetas.

Usando um texto errado de 2 Coríntios 3:2-6 que diz; "Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus. O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.”
Eles dizem que a letra mata, segundo eles, se o crente pentecostal ler muito ou estudar muito o fiel fica um crente morto por causa das muitas letras e ou estudo. Como toda religião separatista segregacional, sectária e preconceituosa, é uma organização cujos membros na maioria da vezes são julgadores e condenadores, querem ser sábios mas não querem ter uma instrução didática do Reino de Deus, fala mal de todos no qual todos estão errados e somente eles certos.



A HISTÓRIA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL



Pastores Maçons quem gerou o pentecostalismo clássico, com suas raízes em 1906, na missão da Rua Azusa em Los Angeles, Califórnia ponto de partida para o surgimento de ministérios protestantes multifacetados em sua estratégia de evangelismo, pregação e metodologia doutrinária (Teologia), entre os quais se desenvolveu a chamada Teologia da Prosperidade. Importante destacar no Catolicismo a eclosão do Movimento de Renovação Carismática, que alia práticas eminentemente pentecostais na propagação da sua doutrina teológica. O termo Carismático surgiu por volta de 1960 por Protestantes, e a partir de 1967 por Católicos Romanos.
O termo "carismático" foi cunhado por Harald Bredesen 1918-2006, Maçom não tão influente e Pastor Pentecostal da Igreja Luterana, em 1962, para descrever o que estava acontecendo naquele momento nas igrejas de linha antiga. Confrontado com o termo "neopentecostal", ele disse: "Nós preferimos o título de “renovação carismática nas igrejas históricas”. A gênese do Movimento Carismático, porém, é atribuído a Dennis Bennett, um sacerdote episcopal, em 1960. Seu livro intitulado, Nine O'Clock in the Morning - Relógio das Nove Horas da Manhã.
O termo provém das palavras Gregas "dom," derivado de "graça" ou "favor", que é o termo usado na Bíblia, I Coríntios 12-14. O "Movimento Carismático", no entanto, exprime a chegada dos dons espirituais nas principais denominações históricas. Os "cristãos carismáticos" estão em quase todas as denominações eclesiásticas, ainda que alguns tenham formado suas próprias denominações, eles são conhecidos como cristãos de fogo, por causa de seu principal aspecto de vida. Pentecostais e carismáticos são caracterizados pela sua prática de falar em outras línguas e pela operação dos dons do Espírito. Um crente pentecostal em uma experiência de êxtase religiosa pode vocalizar fluentemente expressões ininteligíveis (glossolalia) ou articular uma linguagem alegadamente natural até então desconhecida para o falante (xenoglossia).
O Movimento Carismático está relacionado com o pentecostalismo, na medida em que partilha o compromisso com o uso dos dons espirituais. No entanto, dentro do Movimento Carismático este compromisso é embutido dentro de toda a variedade de denominações históricas, e assim em cada contexto, a teologia, a cultura e a aceitação podem variar enormemente. O termo "pentecostal" refere-se a esse conjunto de valores que surgiu a partir de 1906 no avivamento da Rua Azusa, enquanto que o Movimento Carismático remete a uma época diferente de contexto e de conteúdo teológico. O termo "neopentecostal" é por vezes utilizado para descrever carismáticos não pentecostais, que são também parte do Movimento Carismático, ou Neocarismáticos Pentecostais, o Movimento Carismático e os Neocarismáticos dividem uma grande história. Entre elas estão uma crença comum na forma como Deus trabalha o avivamento, o poder e a sua presença demonstrada na vida diária do cristão. Muitos carismáticos e pentecostais têm um patrimônio comum na tradição de santidade-wesleyana.
Embora existam pequenas diferenças e subdivisões diminutas, tanto o Movimento Carismático é Pentecostal, como o Movimento Pentecostal é Carismático, pois partilham da mesma gênese, oriunda de crenças provindas do Mesmerismo que é uma prática de terapia Espírita para curar doenças desenvolvidas por um médico no século 18 e que mais tarde evoluiu para a técnica de hipnose que no Misticismo é chamado de Reiki, no Cristianismo Pentecostal - Carismático pode ser entendido como “Entrar em Mistério”, na Psicologia é entendido como Hipnose, como já dito acima e na Parapsicologia como Percepção Extra Sensorial, é o famoso Transe, que pode ser entendido de dois tipos: O Transe Inconsciente (quando o indivíduo fica fora de si,) e o Transe Consciente (quando o indivíduo fica ciente de suas ações, mas está em estado alterado), no meio Pentecostal, é entendido como Entrar em Espírito ou em Mistério.
Igrejas que históricas que aderiram a esse fraudolento movimento; Batistas, Metodistas, Anglicanas, Católicas, Adventistas, Luteranas, Episcopais, etc. 

O movimento tem seu começo embrionário com a Igreja metodista, cujo fundador é Jonh Wesley 1703-1791, que ingressou em uma seita fundada por seu irmão Charles Wesley que ficou conhecida em Oxford, Inglaterra, como “Associação dos Metodistas”, é o ancestral do pentecostalismo que se instalou entre igrejas norte-americanas no final do século XIX e início do século XX. Cria que o coração novo só era recebido em um momento de santificação através de uma experiência instantânea e sensível (Wesley, A Plain Account of Christian Perfection, Londres, The Epworth Press, 1952, p. 24), mas não chamava esta experiência de “Batismo no Espírito santo”.

Partindo da constatação de que os metodistas estavam se afastando dos ensinamentos de seu fundador, iniciou, no século XIX, o movimento chamado “Holiness” (Santidade), que visava reavivar a fé de seus membros. Ensinava que, para a salvação, era necessária a conversão e em seguida, uma nova e mais profunda experiência religiosa: o “Batismo no Espírito Santo”.

O movimento holiness também visava o modo de vestimenta de seus participantes, o que é entendido também por vaidade pelos pentecostais nos usos e costumes diários como cabelos, maquiagem, etc.

O primeiro a chamar a experiência ensinada por John Wesley como santificação de “Batismo no Espírito Santo” foi Charles Finney 1792-1876, Pastor da Igreja Presbiteriana, grande abolicionista, membro de Terceiro Grau da Ordem Maçônica (há quem diga que tenha saído da ordem), também foi um grande reavivalista norte-americano de grande influência, autor de uma obra de Teologia Sistemática de grande utilização entre os pentecostais norte-americanos, em que ensinava uma experiência subsequente a conversão que chamava de batismo no espírito santo. Frederick Dale Bruner faz citação em sua obra de um trecho das Memórias escritas por Finney, em que faz referência ao que considerava uma insuficiência do seu mentor presbiteriano, Rev. Gale

Finney desenvolveu métodos deliberados e emotivos para levar os homens a uma crise espiritual e os justificava com pensamento seu, pessoal: “Deus tem considerado necessário fazer uso da emotividade que existe na raça humana para produzir excitações poderosas entre as pessoas antes de poder levá-las a obedecer”. Porém nem ele, nem John Wesley fizeram qualquer referência a uma experiência de Glossolalia, de fala de línguas estranhas como sendo a marca do batismo no Espírito Santo (no Ocultismo é conhecido como Linguagem Enoquiana ou Língua Angelical ou Língua Estranha criada por John Dee um matemático, astrônomo, astrólogo, geógrafo, mago, feiticeiro, necromante e conselheiro particular da rainha Elizabeth I. Também foi um grande alquimista, adivinho e filosofo hermético. E Edward Kelley auxiliar de John Dee, considerado por Dee uma pessoa capaz de receber mensagens espirituais ao ver alguns cristais ou pedras refletidas no Sol, essa arte é chamada de cristalomancia. ). O fenômeno só ocorreu com notabilidade destacada, na cidade de Los Angeles, Califórnia, no ano de 1906, em 9 de abril, em uma reunião na casa de alguns batistas que convidaram um pregador de Santidade chamado W. J. Seymour, que ali ensinou que a manifestação do batismo no espírito santo era falar línguas estranhas e provocou manifestações, conforme registra Frank Bartleman, um participante nos eventos. Ali estava o marco do início da crença que uma pessoa precisava passar por duas etapas de salvação: a primeira a justificação através da entrega da vida a Jesus Cristo como Senhor e a segunda através do batismo no espírito santo que seria marcado pela experiência mística da fala em línguas estranhas.

Nas décadas de 1730 e 1740, a ocorrência do Primeiro Grande Despertamento trouxe revitalização às igrejas protestantes, mas ao mesmo tempo, produziu um tipo diferente de cristianismo, mais emocional, mais independente das antigas estruturas e tradições, mais desejoso de novas formas de experimentar o sagrado. Essas ênfases se intensificaram em muito com o surgimento do Segundo Grande Despertamento, ocorrido na região da fronteira oeste durante as primeiras décadas do século XIX. Sob a influência de pregadores como Charles G. Finney, houve um progressivo questionamento da teologia reformada tradicional, com seu enfoque na soberania de Deus, e uma ênfase crescente na liberdade, iniciativa, capacidade de decisão e experiência pessoal, em sintonia com a nova cultura americana que então se consolidava.

Um desdobramento significativo ocorreu quando, nas décadas posteriores à Guerra Civil (1861-1865), o discurso e a simbologia do Pentecostes Neo Testamentário começaram a dominar cada vez mais o movimento de santidade e suas igrejas. A santidade cristã começou mais e mais a ser entendida em termos do batismo com o Espírito Santo, sendo considerada uma “segunda bênção”, distinta da conversão. Ao mesmo tempo deu-se ênfase crescente ao Pentecostes como o arquétipo dos avivamentos e à importância de resgatar a vitalidade e o poder do cristianismo primitivo. Outros destaques foram às profecias, geralmente no sentido sobrenatural e extático, as curas e os milagres. A Hinódia também foi afetada, tendo surgido vários “hinários pentecostais”.
Nessa época, muitas igrejas Metodistas, Batistas, Presbiterianas e de outras denominações que abraçaram o movimento “Holiness” e sua teologia passaram a criar as suas próprias associações.
A primeira foi a Associação Nacional Holiness, criada em 1867 em Vineland, Nova Jersey, e a maior delas a Associação Holiness de Iowa, de 1879. Com o passar do tempo, alguns líderes holiness passaram a falar no “Batismo com o Espírito Santo e Com Fogo” como sendo uma terceira experiência na vida cristã, distinta tanto da conversão quanto da plena santificação. Nos últimos anos do século XIX, surgiram as primeiras denominações do movimento de santidade: a Igreja de Deus em Cristo (1897), em Lexington, Mississipi, e a Igreja Pentecostal Holiness (1898), em Goldsboro, Carolina do Norte. Ao aproximar-se o século 20, todas essas correntes do movimento de santidade tinham em comum uma mentalidade, linguagem e simbologia “pentecostal”, valorizando altamente a experiência do batismo “com”, “do” ou “no” Espírito Santo narrada em Atos 2.
No ano de 1900, um pregador influenciado pelo movimento de santidade, Charles Fox Parham (1873-1929) Pastor Metodista, Teólogo e Maçom, criou um instituto bíblico na cidade de Topeka, Estado do Kansas, na região central dos Estados Unidos. Há cerca de dez anos ele vinha ensinando que a Glossolalia (falar em línguas desconhecidas ou estranhas) devia acompanhar esse batismo no Espírito Santo tão popular nos círculos Holiness. Por algum tempo, ele chegou a acreditar que os crentes receberiam o conhecimento sobrenatural de línguas terrenas para que pudessem rapidamente evangelizar o mundo antes da volta de Cristo. Já havia ocorrido a manifestação de línguas em anos anteriores nos Estados Unidos, assim como em outros períodos da história do cristianismo. A novidade na teologia de Parham é que ele foi o primeiro a considerar o “falar em línguas” como a evidência inicial do batismo no Espírito Santo. Foi essa característica que se tornou a marca distintiva do movimento pentecostal.

O Avivamento da Rua Azusa foi feito por pastores esotéricos maçons inspirados no Avivamento de Gales de Evan Roberts. Muitos protestantes estavam buscando coisas novas para propulsionar seus ministérios, e os criadores do movimento da Rua Azusa não era uma exceção.
A Teologia Pentecostal foi profundamente influenciada pelo Positivismo Filosófico de Auguste Comte, para trabalhar o conceito de fé dos cristãos, no Mesmerismo ou Hipnotismo, uma espécie de Lei de Atração Positiva ou Magnetismo Positivo, criado pelo médico espírita Franz Anton Mesmer, para obter resultados de finanças e cura, dando origem ao que é chamado hoje de Teologia da Prosperidade e também influenciado pelo Esoterismo religião da Nova Era ou Era de Aquário, para que a meditação ou concentração, bem concentrada, faça o fiel entrar em “Mistério”, nesse período também, se começou a falar palavras repetitivas, para que o novo crente fosse batizado com o Espírito Santo, falando Glória repetidamente e interruptamente, o neófito entra em um estado alterado (transe não hipnótico), até o mesmo ser batizado, no Hinduísmo é o mesmo que o membro dessa religião dizer OM, o Mantra mais importante do Hinduísmo, onde o Om é o som do universo e a semente que fecunda os outros mantras, esse sincretismo foi importante para o surgimento e da divulgação do Pentecostalismo.
No dia 31 de dezembro de 1900, Parham e seus alunos realizaram um culto de vigília em seu instituto bíblico para aguardar a chegada do novo século. Uma evangelista de 30 anos, Agnes Ozman, pediu que lhe impusessem as mãos para que ela recebesse o Espírito Santo a fim de ser missionária no exterior. Ela falou em línguas, fenômeno esse que se repetiu nos dias seguintes com metade das pessoas da escola, inclusive Parham. Nos anos seguintes, Parham deu continuidade ao seu trabalho em várias partes dos Estados Unidos e no Canadá, atraindo milhares de seguidores. Nessa mesma época, ocorreu um movimento semelhante na Grã-Bretanha, que ficou conhecido como “O grande Avivamento do País de Gales”. O avivamento galês despertou em muitos o desejo de que um episódio semelhante ocorresse novamente, multiplicando-se as reuniões de oração nesse sentido.
O movimento de Parham recebeu diferentes nomes Fé Apostólica e Movimento Pentecostal estes nomes duraram até 1914 quando foi mudado para Assembleia de Deus e teve membros como Gunnar Vingren e Daniel Berg os fundadores da Assembleia de Deus no Brasil, tornaram-se pentecostais em 1908, em 1907, um pastor chamado William H. Durhan recebeu de Seymor os dons. Durhan abriu sua própria missão também em Los Angeles. Ficava na North Ave, 943. Foi nesta missão que Louis Francescon, futuro fundador da Congregação Cristã do Brasil recebeu os seus dons.
Uma das ideias centrais era o que se denomina repristinação ou restauracionismo, isto é, o desejo de voltar aos dias iniciais do cristianismo, porém com alguns elementos cristianizados provindo de outras religiões como já citado, aos primeiros tempos da igreja primitiva, idealizados como uma época de maior fervor e plenitude cristã. Associada a isso estava à nova linguagem que dava ênfase ao poder do Espírito, conforme manifesto entre os apóstolos através de sinais e maravilhas. Essa linguagem passou a ser uma distinção importante entre os dois movimentos: enquanto a tradição Holiness dava maior destaque à santidade ou santificação (vestes, cabelos, etc.), o movimento pentecostal passou a privilegiar o conceito de poder, mas não demorou para o movimento holiness e o movimento pentecostal se fundirem.
Em 1905, Charles Parham mudou-se para o Texas e iniciou uma escola bíblica em Houston. Um dos estudantes atraídos por essa escola foi um ex - garçom negro e pregador Holiness, William Joseph Seymour (1870-1922). Seymour assistia às aulas sentado em uma cadeira no corredor ao lado da sala (ele não podia assistir às aulas na classe, por ser negro). Algumas semanas mais tarde, ele recebeu o convite para visitar um pequeno grupo batista em Los Angeles. Seymour, tinha trinta e cinco anos, era filho de escravos, tinha pouca cultura, era analfabeto com limitados dotes de oratória e era cego de um olho. Escolheu o texto de Atos 2.4 para o seu primeiro sermão em Los Angeles, ele mesmo nunca tinha falado em línguas, acompanhado por boa parte do grupo, passou a fazer as reuniões na casa onde estava hospedado. Quando esta se tornou pequena, foram para outra um pouco maior, na Rua Bonnie Brae, onde o avivamento começou no dia 9 de abril de 1906.
Com o passar dos dias, várias pessoas começaram a falar em línguas, primeiro negros, depois brancos, e finalmente o próprio Seymour teve essa tão sonhada experiência (12 de abril). Nesse mesmo dia, a varanda da frente dessa residência desabou devido ao peso da multidão. Com isso, os líderes alugaram um rústico edifício de madeira na Rua Azusa, perto do centro de Los Angeles. Esse prédio havia abrigado uma igreja metodista negra e posteriormente tinha sido usado como cortiço e estábulo. Imediatamente as reuniões atraíram a atenção da imprensa. O principal jornal da cidade mandou um repórter ao local e este escreveu ridicularizando os fenômenos presenciados. Esse artigo, intitulado “Estranha Babel de línguas”, foi publicado no mesmo dia em que um terremoto seguido de um incêndio destruiu a cidade de San Francisco (18 de abril de 1906), no norte na Califórnia. O artigo funcionou como propaganda gratuita e logo em seguida ocorreu o Avivamento da Rua Azusa.
As reuniões eram eletrizantes e barulhentas. Começavam às 10 horas da manhã e prosseguiam por pelo menos doze horas, muitas vezes terminando às 2 ou 3 da madrugada seguinte. Não havia hinários, liturgia ou ordem de culto. Os homens gritavam e saltavam através do salão; as mulheres dançavam e cantavam. Algumas pessoas entravam em transe (hipnotismo) e caiam prostradas. Até setembro, 13.000 pessoas passaram pelo local e ouviram a nova mensagem pentecostal. Um bom número de pastores respeitáveis foi investigar o que estava ocorrendo e muitos deles acabaram se rendendo ao que presenciaram.
Todavia, desde o início também houve uma série de problemas, médiuns espíritas faziam sessões durante os cultos e enquanto muitas pessoas sentiam a presença de Deus.
Segundo uma interpretação ao pé da letra de alguns trechos dos Atos dos Apóstolos (2, 1-12; 10, 44-48; 19,17), eles acreditavam que o sinal característico por ter recebido o Espírito Santo era o dom das línguas e, posteriormente, o dom da cura das doenças.
Surgiram assim comunidades de pessoas que aspiravam a esses dons do Espírito e que, sem pretender fundar uma nova denominação religiosa, desejavam levar um pouco de renovação às comunidades metodistas e protestantes em geral.
O pentecostalismo é um problema viral, que fica mais forte a cada dia, aliado a forças não divinas, esse sistema religioso tem enganado milhões de pessoas ao redor do mundo.
Ao contrário do que pensam, ensinam e pregam os pentecostais, profecia é o dom de transmitir a Palavra de Deus, é o dom de Pregar os Escritos Santos da Bíblia, é o dom de dar o recado mediante o que está escrito na Literatura Divina, para que a igreja seja edificada com o conhecimento da Palavra de Deus, e não como é feito hoje em dia.

Um dos maiores erros dos pentecostais é atribuir a santidade do crente aos dons, se você é usado por Deus pelos os dons espirituais, você é de Deus, isto é um ensino demoníaco pois na verdade são o caráter, a honra e a ética quem define se você é de Deus ou não.
Adivinhação, superstição, clarividência, telepatia, projeção astral e percepção extra sensorial artes antes praticadas pelas ciências místicas ocultas da alta magia e agora adotadas em larga escala pelo Movimento Pentecostal, os dons Espirituais são mal interpretados e mal usados nessa seita, abrindo assim precedentes para o exacerbado e exagerado emocionalismo (sensitivismo) tendencioso e duvidoso dos dons espirituais. Mexendo com forças ocultas além de seu entendimento, os pentecostais não tem a mínima noção do perigo que correm.
Os símbolos evangélicos pentecostais vieram com a missão de deixar o povo deficiente no entendimento, onde estes são mancos, no trato com as pessoas, cegas para ver o verdadeiro evangelho, surdas para ouvir a palavra da verdade e paralíticas para saírem de seu cárcere religioso.
O espiritualismo evangélico do sentir de deus é perigoso demais, é uma força oculta que não tem como ser controlada, essa religião é tão perigosa quanto o espiritismo esotérico do ocultismo, temos que tomar muito cuidado, eles se baseiam em Atos 19:12, eu acredito nisso também, todavia via, a diferença desses homens para Paulo é que:

1º Paulo não fazia exibicionismo
2º Paulo não acreditava na Teologia da Prosperidade e nem no Movimento Pentecostal 
3º Paulo não lucrava fazendo o mercantilismo evangélico
4º Paulo fez isso em uma ocasião especial, e isso não virou uma regra de fé e de culto.

Estes objetos são na verdade patuás, talismãs, objetos de encantamentos e pontos de contato, isso é muito perigoso, pois é uma das muitas formas de feitiçaria espírita pentecostal
O culto pentecostal é feito das mais variadas formas de idolatria espírita, ele se adapta e se renova de uma maneira totalmente incontrolável, nesses cultos diz-se buscar o Espírito Santo, mas não buscamos o Espírito Santo recebemos, Ele no ato da conversão e de graça!
Culto de Busca do Espírito Santo é a réplica do Espiritismo Kardecista (Mesa Branca) que hoje é praticada no Movimento Pentecostal, onde se faz os passes (recebimento do espírito por outro crente) e há a consulta aos médiuns (profecia e revelação) e reuniões que na verdade são cultos com rituais espíritas e esotéricos com mistura de cultos afros disfarçado de cristianismo.


Erros Pentecostais
O Pentecostalismo chegou ao Brasil em 1910, com a vinda de Louis Francescon, que atuou em colônias italianas no Sul e Sudeste do Brasil (originando a congregação cristã no Brasil em Santo Antônio da Platina - Paraná). Em 1911 Daniel Berg e Gunnar Vingren que atuaram no Pará e Nordeste (dando origem à "assembleia de deus"). Ambos disseram ter recebido uma "revelação" para irem até o Brasil e fundar uma nova "igreja", detalhe comum em todas às seitas, como às testemunhas de jeová e os mórmons, por exemplo. Estas denominações são às mães dos pentecostais. Fato interessante é que uma acusa a outra de ser uma seita, porém ambas possuem uma doutrina herética bem parecida, como por exemplo, suas doutrinas que são quase todas baseadas no Antigo Testamento, diferindo mais nos usos e costumes, pois tiveram a mesma origem e matriz pentecostal ao receberem as "novas doutrinas" na "missão de fé apostólica" conduzida por William H. Durham (dissidente de Charles Fox Parham por questões étnicas ou racistas).

William Howard Durham 1873-1912 EUA, foi mentor de muitos líderes pentecostais que frequentaram suas reuniões na Missão da Avenida Norte que depois levaram a mensagem pentecostal a diversos países. Dentre esses líderes estão: Louis Francescon, que pregou entre os Italianos na América do Norte, Argentina, Brasil e Itália; Daniel Berg e Gunnar Vingren, missionários no Brasil; F. A. Sandgren, um pioneiro entre os Escandinavos no Meio Oeste; Andrew Urshan, um líder entre os Persas e Assírios; Andrew H. Argue, pastor no Canadá; Eudoro N. Bell, um líder da Assembleia de Deus nos EUA; Aimee Semple McPherson evangelista e fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular; John C. Sinclair, pastor em Chicago; Frank Ewart e Howard Goss.

Muitas igrejas, tem suas raízes no trabalho evangelístico de William Howard Durham: Assembleias de Deus nos EUA , Igreja do Evangelho Quadrangular, Open Bible Standard Churches, New Testament Christian Churches of America; igrejas de origem escandinavo-americana como Fellowship of Christian Assemblies, Assembleias de Deus no Brasil e Independent Assemblies of God Intenational; igrejas de origem ítalo-americana como International Fellowship of Christian Assemblies, Assembleias de Deus na Itália , Assemblea Cristiana e Congregação Cristã no Brasil; igrejas em vários outros países e muitas congregações pentecostais independentes, principalmente no nordeste dos Estados Unidos.

William Howard Durham era contra o denominacionalismo. Para ele o maior obstáculo ao avanço da causa de Jesus Cristo eram as denominações. Durham era defensor do congregacionalismo e do ensino bíblico na igreja local.
A divisão (palavra normal no meio pentecostal) entre Franscescon e Berg se deu devido ao costume dos elementos da "santa ceia", pois o primeiro queria celebrá-la com vinho puro (fermentado) e o outro não. E a ênfase em línguas, curas, usos e costumes e "manifestações" do "espírito" que não eram as mesmas. O próprio William Howard Durham se desentendeu com Charles Partham por questões doutrinárias e a divisão marcou profundamente a história das igrejas pentecostais, Willian Seymour ficou do lado de Partham e Daniel Berg, Gunnar Vingren e Franscescon, ficaram do lado de Durham.


A segunda onda pentecostal ocorre nos anos 50 e início de 60, com aquilo que é normal no pentecostalismo: divisões. Três grandes igrejas (em meio a dezenas de menores) surgem ao se separarem das duas principais: "igreja do evangelho quadrangular", fundada por Aimee Semple McPherson (também pupila de William H. Durham) e trazida para o Brasil por Harold Williams (1953); o "Brasil para Cristo", fundada por Manoel de Melo (1955); e "Deus é Amor", fundada por Davi Miranda (1962). O início se deu em São Paulo. A ênfase é em curas e no radicalismo, proibindo televisão, rádio, uso de certas roupas e comidas, e os famigerados usos e costumes e manifestações do espírito (entrar em mistério), revelação exagerada e profecia (não como pregação e sim como revelação).

A terceira onda começa no final dos anos 70 e ganha força nos anos 80 e é também uma grande divisão (agora entre as igrejas da "2ª onda"). Seus principais representantes são a "igreja universal do reino de deus" (1977) e a "igreja internacional da graça de deus" (1980). O início se deu no Rio de Janeiro. São liberais nas vestimentas e comidas. Podem e devem assistir TV e ouvir rádio, pois estas seitas se propagam através destes meios de comunicação. A ênfase são as curas, prosperidades, misticismos, sincretismos e "manifestações" do "espírito".

Tem aqueles que defendem (inclusive entre os "batistas") que os pentecostais (1ª e até a 2ª onda) são salvos, e assim, nossos irmãos e que o problema está na "3ª onda" (neopentecostalismo), onde começaram a aparecer (segundo os defensores desta teoria) as bizarrices como "unção do riso", "cair no poder", "unção do garimpo", entre outras manifestações demoníacas. Porém, às doutrinas heréticas e as tais manifestações bizarras são iguais nas três ondas, e estas ocorrem desde o início do movimento.

Vejamos:
Frank Bartleman (autor do livro "A História do Avivamento Azusa") é testemunha ocular dos primeiros dias do avivamento pentecostal - que teve o racista e membro da Ku Klux Klan Charles Fox Parham e posteriormente W. J. Seymour como líderes e fundadores da "Assemblies of God" (Parham pregava a sua doutrina herética para auditórios de pessoas brancas e colocava Seymour para pregar para auditórios de pessoas negras), relata em seu livro, e diz mais “além de analfabetos bíblicos, desconhecem a sua própria origem histórica” e criticando práticas que dizem pertencer ao grupo da "3ª onda" - os neopentecostais - mas que sempre foram comuns entre eles desde a sua origem.
Uma reportagem da época fornece um retrato fidedigno de como eram os primeiros cultos pentecostais na Rua Azusa em 1906, leiamos: "eles clamavam e faziam grande barulho o dia inteiro e à noite adentro. Corriam, pulava, tremiam todo o corpo, e gritavam com toda a sua voz, faziam rodas, tombavam sobre o assoalho coberto de serragem, sacudindo-se, esperneando e rolando no chão . Eles afirmam estar cheios do Espírito. Ele têm um caolho, (Seymour) analfabeto e negro como seu pregador que fica de joelho a maior parte do tempo. Não fala muito, mas às vezes, pode ser ouvido gritando 'Arrependei-vos!'. Então, permanece na mesma atitude de oração. Eles cantam repetidamente a mesma canção, "O Consolador Chegou"." (Azusa History". International Center for Spiritual Renewal. Retrieved on 2007-05-17).
Uma outra testemunha ocular, Emma Cotton, narrou: "eles clamaram durante três dias e três noites. As pessoas vinham de todas as partes. Perto da manhã seguinte, não havia como entrar na casa. Conta-se que algumas pessoas que conseguiam entrar em casa 'caiam sob o poder de deus' sem que houvesse alguém que as sugestionasse a isso, e toda a cidade ficou agitada. Clamaram ali até o chão da casa ceder, mas ninguém ficou ferido. Durante aqueles três dias, muitas pessoas que tinham vindo só para ver o que estava a acontecer receberam o 'batismo no espírito santo'".
(Synan, Vinson 2001, The Century of the Holy Spirit “O século do Espírito Santo”: 100 years of Pentecostal and Charismatic Renewal “100 anos de Renovação Carismática e Pentecostal, 1901-2001,Thomas Nelson Publishers, pp. 42-45, ISBN 0-7852-4550-2).
Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse: "Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas "caíram debaixo do poder de Deus"; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido". (Fire on the Earth por Eddie Hyatt).

Vejam só quantas bizarrices aconteciam em Azusa! E hoje os pentecostais querem chamar tudo isto de neopentecostalismo. Isso é uma falta de memória histórica e um contra senso incrível.
No livro "Diário do Pioneiro Gunnar Vingren" o mesmo relata diversas bizarrices praticada por ele e sua igreja ("Assembleia de Deus"), e que hoje querem dizer que são coisas de Deus.

Leiamos:
Página 26: "O Espírito Santo veio de maneira poderosa, como pressão... Caímos no chão...clamávamos com voz elevada...";

Página 27: "Um irmão foi arrebatado em espírito"; Página 63: "Riam debaixo do poder";

Página 67: "Na casa da irmã Celina, começamos todos a rir";

Página 72: " 1915, duas meninas tomadas pelo Poder de Deus riam tanto que tive medo delas não aguentarem";

Página 73 "eu ri tanto debaixo do poder de Senhor, que quase perdi as forças..."; Página 75: "Enquanto eu estava orando...um homem foi levantado bem alto do chão...";

Página 77: "...o Poder de Deus veio sobre Vingren tão poderosamente que ele teve que se sentar um pouco para rir, e depois continuar a pregação";

Página 78: "O poder de Deus veio sobre mim... Eu nem podia me levantar..."; Página 79: "eu tive de rir sob o Poder de Deus e depois chorar muito..."; Página 80: "cantamos no Espírito...";

Página 84: " A unção de Deus caiu tão forte que muitos irmãos ficaram tremendo debaixo do poder de Deus";

Página 86: "eu tive que me deitar no chão..."; Página 88: "Saltei e pulei sob o Poder de Deus...";

Página 95: "Tive de deitar um pouco no sofá, pois o Poder de Deus estava muito forte sobre mim"; Página 95: "vários irmãos foram lançados no chão pelo Poder de Deus";

Página 131 "Uma moça não crente, sentiu o Poder de Deus, caiu de costas no chão clamando perdão a Deus, Jesus a Batizou com o Espírito Santo e ela falou e cantou em línguas";

Página 199 "Uma irmã começou a falar em novas línguas enquanto outros louvavam e riam muito debaixo do poder de Deus".

Nestes relatos vemos que as bizarrices tidas como práticas exclusivas dos pentecostais ("unção do riso", "cair no poder (fanerose)", "tremer", "flutuar", "sapatinho de fogo", "gemer", "cantar e falar em línguas estranhas", "louvor extravagante", etc.) estão presentes desde o começo no movimento pentecostal.

O pentecostalismo é uma seita perigosa que tem envergonhado e escarnecido o Evangelho através de suas bizarrices e escândalos públicos. Os sinais e prodígios apregoados por eles são a preparação do mundo para a vinda e a aceitação do anticristo, conforme nos foi ensinado pelo próprio Senhor Jesus Cristo [porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos - Mt 24.24] e pelo apóstolo Paulo [mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios - I Tm 4.1].
Estou cansado de "pastores" ludibriadores e oportunistas, de sensacionalismo, de "pai de santo gospel", de "unções" do tipo "dentes de ouro", "unção da bicharada" "unção do riso", de "paletós voadores", de "galinhas falando em línguas", de "pastores de lentes e chapinha", de "apóstolos mijões", de "pregadores do aborto", de "deterministas", de "rosas vermelhas", de "óleo ungido", de "orações no monte", de "fogueira santa", de "lenço com suor", de "g12", de "caçadores de deus", de "bispas" e "pastoras", de "maldições hereditárias" e de todas as demais sandices pentecostais.




O MOVIMENTO EVANGÉLICO E O ANIMISMO



Primeiramente, devemos saber o que é o Animismo.
O Animismo é uma religião que acredita na existência de espíritos vivendo em toda parte, é um sistema de pensamento coletivo, onde se crê que os seres vivos ou mortos, animais, fenômenos da natureza, os elementos do cosmos (sol, lua, etc.), objetos inanimados e tudo mais, possuem alma própria, possuindo consciência e poderes sobrenaturais, ou seja, o suposto espírito dá vida a tudo isso além proteger todas as coisas ou seres terrestres. Assim, segundo a mentalidade animista há espíritos nas rochas, nas árvores, nas sementes, na água, e nas pessoas estejam estas últimas vivas ou mortas. Isso é a forma mais clara de panteísmo e eles acreditam que esses espíritos podem atrair tanto coisas ruins, como coisas boas e também tem os espíritos que combatem as doenças e as secas, e que também castigam com enfermidades e tragédias, dentre outras coisas.
O Animismo é uma religião com um conjunto de crenças baseadas no culto dos espíritos e está presente em todo o mundo, especialmente em países onde ainda não foi implantada uma religião institucional. Podemos encontrar tradições animistas entre as tribos primitivas ou povos que ainda se mantém isoladas da civilização e conservam suas próprias tradições, por exemplo, entre as tribos aborígenes de países da Oceania, na Ásia, e África e até entre os indígenas das três Américas, etc.
É possível, ainda, encontrar elementos de crenças animistas misturadas com crenças de outras religiões como acontece dentro do hinduísmo, do budismo, do islamismo, e até mesmo no cristianismo, sobre tudo na religiosidade popular (prática da religião a partir do uso da sabedoria e da experiência popular) onde os cristãos não tiveram o suficiente ensino bíblico como o movimento pentecostal por exemplo. A essa mistura, chamamos de sincretismo religioso.
No animismo os homens e às mulheres com conhecimento especial do mundo espiritual são chamados curandeiros, pais ou mães de santos, bruxas, xamãs ou feiticeiros, no pentecostalismo temos a versão dos profetas (vasos). Os praticantes do animismo vão até essas pessoas para obter ajuda e proteção dos espíritos através de rituais de magia e feitiçaria. A espiritualidade animista pode ser uma faca de dois gumes, os animistas a usam tanto para praticar o bem, como para agradecer por um benefício alcançado, como também para fazer o mal contra outras pessoas, sobre tudo se forem inimigas, na versão pentecostal são as orações contrárias, ou um crente que pede a justiça de Deus para alguém, e dizem frases prontas como Deus vai pesar a mão, ou vai descer à sepultura, Deu vai descer a espada, etc.
Ultimamente tem se ouvido falar com entusiasmo do crescimento do cristianismo no Brasil e no mundo por líderes das mais diversas denominações que se intitulam cristãos e que se classificam no ramo carismático pentecostal. Até o movimento carismático da Igreja Católica Apostólica Romana, iniciado nos Estados Unidos da América na década de 70 do século passado, pode ser incluído nessa estatística de crescimento vertiginoso.
Como não poderia deixar de ser, ecos e reflexos deste crescimento têm alcançado toda a esfera da cristandade brasileira, e alguns líderes estão cada vez se encantando mais com seus efeitos de arregimentação de fiéis e estão partindo para a utilização de métodos idênticos ou semelhantes ao utilizado pelos grupos carismáticos e, infelizmente, até mesmo líderes denominacionais estão se encantando e procurando com ardor arregimentar outros lideres cristãos para suas fileiras dos que se julgam vencedores por fazerem suas igrejas crescerem através do chamado carismatismo ou movimento evangélico.

Deveríamos realmente nos deixar encantar por tudo isso que está acontecendo? Deveríamos buscar uma renovação carismática com a finalidade de fazer às igrejas crescerem? O que estaria crescendo de fato, o cristianismo autêntico, bíblico, ou o que estaria crescendo seria o animismo e isso em âmbito mundial?
Se estudarmos, a respeito do animismo e seus elementos, e se o compararmos o carismatismo evangélico com o cristianismo autêntico, vamos encontrar a resposta para tudo isto.
 O animismo se originou no homem em um conjunto de sentimentos inerentes a ele próprio como ser pessoal, dotado de espírito, e em práticas e situações religiosas que se pode resumir em alguns aspectos que são:

A ideia de uma força impessoal que estaria em todos os elementos da natureza, dando-lhes vida, animando-os, dando-lhes movimento. No Movimento Pentecostal a versão disso são os espíritos como: espírito de morte, espírito de prostituição, espirito devorador. E anjos: anjo do renovo, anjo com a bandeja na mão e há muita visão com anjos de todos os tipos.
Indivíduo considerado detentor de poderes especiais recebidos de divindades ou
seres espirituais. Mantém o domínio religioso do grupo através do medo, uma vez que é olhado como capaz de fazer o bem e o mal. É quem realiza os rituais de magia e purificação. 
No Movimento Evangélico, temos os pastores, que podem amaldiçoar quem sai de sua congregação, e diz que quem sair de sua igreja, está debaixo da maldição divina e dizem também que quem não der o dízimo o devorador irá castigar amaldiçoar, etc.

- Objeto ou elemento da natureza, do qual emanaria algum tipo de poder
sobrenatural que adviria naturalmente ou após algum tipo de ritual no qual o xamã conferiria poder àquele elemento. Normalmente utilizado para produzir um bem ou um mal a alguma pessoa. O fetichismo é o culto aos objetos ou elementos da natureza. No pentecostalismo temos o sal grosso, lenço suado de algum líder espiritual, pedra santa ou ungida, óleo ungido, pão sagrado, rosa santa ou mesmo até um versículo bíblico aleatório que pode ser julgado como santo ou de deus, etc.

  - Objeto construído, que é venerado como um ídolo protetor contra os maus espíritos. Claro que no movimento evangélico teremos uma versão disso, o que nada mais é que o Púlpito.

  - Atos e costumes proibidos (geralmente pelo xamã) e que trariam maldições sobre quem rompesse com eles, praticando o que é proibido. São passados de geração em geração e, normalmente, os indivíduos os têm arraigados em seus costumes sem saberem nem mesmo a origem de crença e costume tão rigoroso. São obedecidos irrestritamente sem questionamentos e sem buscar razão lógica. No ramo pentecostal isso é conhecido como Usos e Costumes.

  - Práticas religiosas indicadas ou lideradas pelos xamãs e que visam a purificação espiritual do indivíduo. Normalmente são ritos que contém elementos penitenciais e auto sacrifício. Os pentecostais tem o que eles chamam de Santa Ceia, onde o crente se culpa até por pecados que ele nem sabe que cometeu, é um dia de se arrepender de se purificar, obviamente sem contexto bíblico nenhum, pois a própria palavra Santa Ceia já está errada, pois está escrito Ceia do Senhor, e é um dia para ser celebrado com alegria, pois lembraremos o sacrifício do Mestre e seu triunfo na cruz. Claro que ninguém pode tomar a Ceia indecentemente.

Diante de tudo isto que expus a respeito do animismo, podemos fazer comparações com o movimento evangélico e encontrar, com tranquilidade, muitos destes elementos neste movimento gospel.
O líder religioso carismático é, na realidade, um xamã. Ele não exerce autoridade bíblica, através de uma pregação ou ensinamento cuidadoso e profundo dos textos bíblicos ele faz por força de lei marcial eclesiástica a imposição de costumes religiosos que se tornam verdadeiras regras e tabus. É olhado como ser poderoso, que tem ligação direta com Deus maior do que crentes em Cristo comuns, é procurado para fazer orações poderosas, desvendar mistérios. Há até os que chegam a lançar maldições sobre seus liderados. Abençoar, locais de trabalho, casas, casamentos. Não tem qualquer base bíblica para seu comportamento mas é obedecido com rigor, sob pena de expulsão do grupo ou de recebimento de algum tipo de maldição.
Além disso, há no meio chamado evangélico elementos como fetiches que são utilizados em cultos, tais como copos de água que passam a ser abençoadores após o pastor orar com um copo também em sua mão; óleos ungidos pelos pastores são utilizados largamente como elementos de poder para cura, além de ser utilizado, também, sal grosso, arruda, fitinhas, etc.
Há a imposição e o incentivo à prática de rituais de purificação. Tipos específicos de vestimentas são exigidos, além de abstinências sexuais, jejuns, correntes de oração, retiros espirituais e, até mesmo, batismos completamente fora do contexto bíblico.
Os púlpitos se transformam em totens, verdadeiras trincheiras contra espíritos malignos. Têm que permanecer purificados e ninguém (a não ser outros xamãs ou discípulos autorizados por eles) pode subir ali.
A crença em espíritos malignos é amplamente difundido e apregoam espíritos para tudo e por tudo, espírito da dor de coluna, da dor de barriga, da dor de cabeça, da pobreza, das tempestades, etc. Apresentam-se como poderosos para a dominação e expulsão destes espíritos.
Onde encontramos base bíblica para tudo isto eu não sei. Claro que não há, e no cristianismo autêntico, não há lugar para o animismo. Os pastores realmente cristãos não são xamãs de forma alguma, porém pregadores da Palavra de Deus, guias que devem conduzir os crentes em Cristo por caminhos pré-estabelecidos por Deus nas Escrituras. Não há lugar no cristianismo para presunçosos que gostam de fomentar para si uma autoridade religiosa baseada em crendices e misticismos 

"Um homem chamado Simão vinha praticando feitiçaria durante algum tempo naquela cidade, impressionando todo o povo de Samaria. Ele se dizia muito importante,
e todo o povo, do mais simples ao mais rico, dava-lhe atenção e exclamava: "Este homem é o poder divino conhecido como Grande Poder".
Eles o seguiam, pois ele os havia iludido com sua mágica durante muito tempo.
No entanto, quando Filipe lhes pregou as boas novas do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, creram nele, e foram batizados, tanto homens como mulheres.
O próprio Simão também creu e foi batizado, e seguia a Filipe por toda parte, observando maravilhado os grandes sinais e milagres que eram realizados. Os apóstolos em Jerusalém, ouvindo que Samaria havia aceitado a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João.
Estes, ao chegarem, oraram para que eles recebessem o Espírito Santo,
pois o Espírito ainda não havia descido sobre nenhum deles; tinham apenas sido batizados em nome do Senhor Jesus.

Então Pedro e João lhes impuseram as mãos, e eles receberam o Espírito Santo. Vendo Simão que o Espírito era dado com a imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro e disse: "Dêem-me também este poder, para que a pessoa sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo". Pedro respondeu: "Pereça com você o seu dinheiro! Você pensa que pode comprar o dom de Deus com dinheiro? Você não tem parte nem direito algum neste ministério, porque o seu coração não é reto diante de Deus. Arrependa-se dessa maldade e ore ao Senhor. Talvez ele lhe perdoe tal pensamento do seu coração, pois vejo que você está cheio de amargura e preso pelo pecado". Simão, porém, respondeu: "Orem vocês ao Senhor por mim, para que não me aconteça nada do que vocês disseram". Atos 8:9-24"

Os pastores não são seres mais poderosos que outros crentes, porque reconhecem que o poder é de Jesus Cristo (Mat 28.18) e qualquer crente, inclusive o pastor, é somente instrumento dele. No cristianismo a oração é válida por e para qualquer pessoa que tenha fé em Jesus Cristo e que peça a Deus, em nome de Cristo (João 14.13). Qualquer crente em Cristo tem acesso direto a Deus, tendo o Senhor Jesus como seu único mediador Colossenses 1: 13- 21.

“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.” Mt 28:18 “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” Jo 14:13

“Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; ... Col 1:13-21 No cristianismo autêntico não há ensinamento algum que leve o crente a crer em objetos de poder, porque o poder de Deus para o crente, que o vivifica, está na Palavra de Deus que deve ser interiorizada em seu coração Salmo 119:93. No cristianismo não há a colocação da fé em objetos, mas somente em Jesus Cristo, porque por ele temos paz com Deus (Rom 5.1), porque é pela fé somente nele que temos entrada à graça divina Rom 5.2, e porque o evangelho da salvação em Jesus Cristo é o poder de Deus Rom. 1.16, não podendo, portanto, ser substituído por nada deste mundo.

Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Rm 5:1-2


“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Rm 1:16

No cristianismo autêntico não há rituais de purificação, porque é o sangue do Senhor Jesus Cristo que nos purifica de todo o pecado (l João 1.7).

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” 1Jo 1:7

“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” Mr 16:16

“16 Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a ruptura. Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.” Mt 9:16-17

O animismo evangélico é feito por pessoas afastadas de Deus e sem conhecimento da verdade espiritual a respeito dele e de tudo o que o cerca, o movimento pentecostal e carismático, tem todos os elementos animistas cridos e praticados por religião primitiva ou pagã, e se no cristianismo não há lugar para o animismo, então a palavra do Senhor Jesus está se cumprindo, porque na realidade continuam sendo muitos os que entram pelo caminho largo e poucos os que encontram a porta estreita; o mundo continua amando mais as trevas do que à luz; então a iniquidade está se multiplicando; pois muitos, mas muitos mesmo estão sendo enganados pelos falsos profetas. O que está crescendo é o animismo gospel travestido de cristianismo.